Como explicar o geoprocessamento para uma criança (e por que isso importa para todos nós)
- mapsnevs
- 1 de out. de 2025
- 2 min de leitura
Recentemente, meu primo de 9 anos me fez uma pergunta simples:
👉 “Com o que você trabalha?”
À primeira vista, parecia fácil responder. Mas quando tentamos explicar algo tão técnico quanto o geoprocessamento para uma criança, percebemos o desafio: como traduzir um universo cheio de dados, sistemas, análises espaciais e mapas em algo que faça sentido para quem nunca ouviu falar sobre isso?
Foi assim que nasceu a ideia de transformar a explicação em uma história em quadrinhos.
Ao invés de falar em “Sistemas de Informação Geográfica”, “georreferenciamento” ou “dados espaciais”, busquei um caminho lúdico: mostrar que mapas não são apenas desenhos coloridos, mas ferramentas mágicas que nos ajudam a entender o mundo.
No quadrinho, a criança faz perguntas curiosas, enquanto a resposta surge em forma de exemplos práticos e imagens que conectam o abstrato ao cotidiano. Afinal, o geoprocessamento está em quase tudo:
No aplicativo que usamos para chegar a um endereço;
Na gestão de uma cidade, ao planejar ruas, bairros e obras;
Em pesquisas acadêmicas que estudam a relação entre sociedade e natureza;
Na preservação ambiental, monitorando rios, florestas e áreas de risco.
A proposta do quadrinho é justamente essa: aproximar o geoprocessamento das pessoas comuns. Mostrar que, por trás dos termos técnicos, existe uma prática profundamente humana, que busca organizar informações e transformar dados em conhecimento útil.
Se uma criança consegue entender que o geoprocessamento é como um “superpoder dos mapas”, então qualquer pessoa pode se conectar com essa ideia. E esse é o grande objetivo: tornar o geoprocessamento acessível, inspirador e valorizado em todas as áreas da sociedade.
📍 No fim, responder à pergunta do meu primo se tornou uma lição para mim: comunicar ciência e tecnologia é também um ato de criatividade e empatia.









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